Sobre política econômica do governo atual só tenho dizer uma coisa: ou os economistas de Lula são completos idiotas ou são gênios incomparáveis. Os liberais e outros “democratas” acham que o governo está perdendo tempo, sem fazer reforma política e administrativa, sem revisão de sistema tributário e diminuição de alíquotas de importação e exportação. Alguns mais afoitos pedem ‘privatização já” de Petrobrás e Caixa entre outras estatais, aproveitando o momento de euforia macroeconômica. Tem razão, mas só em parte. Pois o a elevação econômica da China, outros tigres asiáticos dá uma oportunidade única.
Por sua vez a base do governo pede calma e joga balde de água fria. Para enfrentar a concorrência mundial, avisa a esquerda, antes precisa resolver sérios problemas sociais, como erradicação de pobreza, melhoramento de ensino público, igual distribuição de renda, etc. Se não, o nosso desenvolvimento econômico vai cheirar à República Velha no início do século XX, cuja decadência permitiu golpe e ascensão do Estado Novo varguista.
Na verdade, a economia é uma ciência esquisita. Parece mais um jogo de azar, uma aposta. Ou você não joga, mas no final fica sem prejuizo, ou aposta suas fichas na rápida aceleração e corre, consequentemente, ficar a frente de grave crise econômica. Matemática econômica é única que admite preposição “se”. Todos economistas sabem que esta euforia um dia acabara numa grave crise econômica e recessão. Os efeitos sobre paises atingidos, ninguem quer calcular. Mas todos sabem que quanto antes “pular do návio” protegendo seus ganhos, menos devastadoras serão as consequências. O duro mesmo é saber o que servirá de estopim.
O crescimento do Estado brasileiro será muito útil no momento da crise. Estado regulador de mercado não depende da vontade macroeconomica, então pode levar solavancos. Mas quando a tempestade passar, o gigantismo virá um peso morto, entravando o desenvolvimento. Mas o tempo está passando. O que esperamos? Ou será... Será que nos corredores de Brasília, eles tão sabendo de algo nos, pobres mortais, não sabemos?
Por sua vez a base do governo pede calma e joga balde de água fria. Para enfrentar a concorrência mundial, avisa a esquerda, antes precisa resolver sérios problemas sociais, como erradicação de pobreza, melhoramento de ensino público, igual distribuição de renda, etc. Se não, o nosso desenvolvimento econômico vai cheirar à República Velha no início do século XX, cuja decadência permitiu golpe e ascensão do Estado Novo varguista.
Na verdade, a economia é uma ciência esquisita. Parece mais um jogo de azar, uma aposta. Ou você não joga, mas no final fica sem prejuizo, ou aposta suas fichas na rápida aceleração e corre, consequentemente, ficar a frente de grave crise econômica. Matemática econômica é única que admite preposição “se”. Todos economistas sabem que esta euforia um dia acabara numa grave crise econômica e recessão. Os efeitos sobre paises atingidos, ninguem quer calcular. Mas todos sabem que quanto antes “pular do návio” protegendo seus ganhos, menos devastadoras serão as consequências. O duro mesmo é saber o que servirá de estopim.
O crescimento do Estado brasileiro será muito útil no momento da crise. Estado regulador de mercado não depende da vontade macroeconomica, então pode levar solavancos. Mas quando a tempestade passar, o gigantismo virá um peso morto, entravando o desenvolvimento. Mas o tempo está passando. O que esperamos? Ou será... Será que nos corredores de Brasília, eles tão sabendo de algo nos, pobres mortais, não sabemos?
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