Estudando para minha monografia ainda no bacharelado, com dados da ONU, foi interessante confirmar que o tráfico internacional de drogas está diminuindo. Drogas, eu digo, são substancias entorpecentes que causam graves males à saúde humana e tem efeitos em toda sociedade. Pois o crescimento do tráfico, assim como nos conhecemos, começou no final do século XIX, grande parte na China. E nos últimos cem anos só tinha crescido, até que a partir dos anos 80, melhores políticas de coordenação, repressão e medidas de prevenção e tratamento médicos aos viciados por parte dos países receptores das drogas, começou surtir o efeito, ainda que modesto.
Pelo menos nesta parte, a situação é de otimismo cauteloso. Mas a natureza humana é formada assim que o criminoso habitual não irá parar de cometer crimes. Por exemplo, o traficante nunca irá abandonar o tráfico, pensando nos moldes “Pronto, trafiquei bastante, agora vou abrir uma mercearia’. Geralmente, pessoas assim só param de cometer crimes quando são impedidos de alguma ou outra maneira. Assim quando os traficantes procuram outros “mercados” para seus “produtos”. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, possibilitou a sua inserção na Rússia e nos paises do Leste Europeu e da ex-URSS nos anos 90. Mas os paises de lá começaram com as políticas de repressão. Então tem de procurar novos mercados.
O Brasil nunca figurou como grande consumidor de drogas, pelo menos comparado com Estados Unidos ou Europa Ocidental. Nem foi o mais o mais lucrativo, mesmo figurando ao lado dos paises produtores como Peru, Colômbia e Bolívia. Mas no final dos anos 90 e até agora os traficantes internacionais estão abrindo e este “mercado”. Brasil tem várias facilidades em relação a isto. Primeiro, fronteira não-controlada, segundo amplo consumo (pelo menos em previsão), terceiro, abundante mão-de-obra, disposta a trabalhar no trafego. Fora isto, tem facilidades: assim como sistema judicial lenta, e os esquemas de desvio de dinheiro e armas já facilitados pelo criminosos locais. Logística e que não falta.
Acompanhando imprensa, da para perceber o Brasil não só exporta drogas produzidas nos outros paises latino-americanos, mas passa a importá-los também. Pequenas quantidades de heroína, haxixe e drogas sintéticas são apreendidas nas fronteiras. Talvez os traficantes das redes internacionais estão introduzindo drogas estranhas como uma amostra gratis para mostrar o seu produto, vendo se “pega ou não”.
Quando eu cheguei ao Brasil, palavra “maconheiro” soava como pessoa muito degradada. Poucos eram e geralmente eram criminosos perigosíssimos. Mas hoje as drogas estão em toda parte. E o mercado está se abrindo.
Pelo menos nesta parte, a situação é de otimismo cauteloso. Mas a natureza humana é formada assim que o criminoso habitual não irá parar de cometer crimes. Por exemplo, o traficante nunca irá abandonar o tráfico, pensando nos moldes “Pronto, trafiquei bastante, agora vou abrir uma mercearia’. Geralmente, pessoas assim só param de cometer crimes quando são impedidos de alguma ou outra maneira. Assim quando os traficantes procuram outros “mercados” para seus “produtos”. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, possibilitou a sua inserção na Rússia e nos paises do Leste Europeu e da ex-URSS nos anos 90. Mas os paises de lá começaram com as políticas de repressão. Então tem de procurar novos mercados.
O Brasil nunca figurou como grande consumidor de drogas, pelo menos comparado com Estados Unidos ou Europa Ocidental. Nem foi o mais o mais lucrativo, mesmo figurando ao lado dos paises produtores como Peru, Colômbia e Bolívia. Mas no final dos anos 90 e até agora os traficantes internacionais estão abrindo e este “mercado”. Brasil tem várias facilidades em relação a isto. Primeiro, fronteira não-controlada, segundo amplo consumo (pelo menos em previsão), terceiro, abundante mão-de-obra, disposta a trabalhar no trafego. Fora isto, tem facilidades: assim como sistema judicial lenta, e os esquemas de desvio de dinheiro e armas já facilitados pelo criminosos locais. Logística e que não falta.
Acompanhando imprensa, da para perceber o Brasil não só exporta drogas produzidas nos outros paises latino-americanos, mas passa a importá-los também. Pequenas quantidades de heroína, haxixe e drogas sintéticas são apreendidas nas fronteiras. Talvez os traficantes das redes internacionais estão introduzindo drogas estranhas como uma amostra gratis para mostrar o seu produto, vendo se “pega ou não”.
Quando eu cheguei ao Brasil, palavra “maconheiro” soava como pessoa muito degradada. Poucos eram e geralmente eram criminosos perigosíssimos. Mas hoje as drogas estão em toda parte. E o mercado está se abrindo.
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