Durante feriado em comemoração do Dia da Independência, somente nas estradas federais morreram 101 pessoas e mais de mil pessoas ficaram feridas de acordo com Polícia Rodoviária Federal. Uma das causas do aumento dos acidentes é apontada, um eventual aumento da frota automotiva brasileira.
Ainda na sexta-feira, lendo jornais locais, deparei com uma notícia. Bosch, uma multinacional de origem alemã, inaugurou a primeira fábrica dos freios tipo ABS, no Brasil.
Ainda na sexta-feira, lendo jornais locais, deparei com uma notícia. Bosch, uma multinacional de origem alemã, inaugurou a primeira fábrica dos freios tipo ABS, no Brasil.
Os primeiros freios ABS (sigla em inglês “Advanced Break System” ou “Sistema de Frenagem Avançada”) apareceram há 20 anos desenvolvidos para os carros da Formula Um. A diferença do ABS para sistema de frenagem comum consiste em não travamento das rodas durante acionamento contínuo dos freios. Assim, durante frenagem brusca, a velocidade do automóvel é reduzida mais rápido sem comprometer a dirigibilidade.
No Brasil, até hoje, a diferença entre a vida e a morte custa R$ 4.000,00. É o valor de instalação destes freios no seu carro. Nos carros populares, que compõem 80% da frota nacional, ABS não é instalada como opcional. Isto sem falar nos airbags, que também não são instaladas nos populares. Todo sistema de freios tipo ABS é importada, sujeita ao altíssimo índice de impostos, mesmo destinada ao salvamento de vida.Na verdade, isto é resultado do primitivismo econômico dos governos brasileiros. Reduziu os impostos para os carros de um litro, sem sequer se preocupar com segurança. Acontece que os populares brasileiros são carros projetados em sua maioria no início dos anos 80, quando não existiam nem ABS, nem EPS, nem break-lights (luz inteligente), nem airbags. São os itens obrigatórios já em muitos paises. A limitação da importação, impôs à Nação o todo atraso tecnológico, que ligada, antes de tudo a segurança e a vida. Hoje, reduzindo, pelo menos ao mínimo, os impostos incidentes, nas partes dos carros que são ligadas ao sobrevivência do motorista e dos passageiros, o governo conseguiria reduzir drasticamente os gastos com saúde da população.
Nenhum comentário:
Postar um comentário